Você,
uma menina procurando
o tempo todo a liberdade
lúcida.
Eu,
uma mulher tentando achar
o porto seguro pra se libertar
da liberdade.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Fito ao meu redor e olho o quanto você mudou perto de mim, você cresceu em mim e me engole cada dia mais, porque dói saber o quanto é espantoso aprender com uma pessoa a qual eu ensinei.
Engraçado... um dia você tirou a barba e eu dei mais um dos meus escândalos esquizofrênicos e hoje eu precisei de você com aquela cara de menino, dava em média uns 14 anos pra tua cara limpa. Meus deus, eu nem reclamei, se quer eu fiz cara feia. aceitei tão bem que até te beijei, andei de mãos dadas...
Engraçado... um dia você tirou a barba e eu dei mais um dos meus escândalos esquizofrênicos e hoje eu precisei de você com aquela cara de menino, dava em média uns 14 anos pra tua cara limpa. Meus deus, eu nem reclamei, se quer eu fiz cara feia. aceitei tão bem que até te beijei, andei de mãos dadas...
domingo, 25 de outubro de 2009
"Estou te querendo muito bem neste minuto. Tinha vontade que você estivesse aqui e eu pudesse te mostrar muitas coisas, grandes, pequenas, e sem nenhuma importância, algumas. Fique feliz, fique bem feliz, fique bem claro, queira ser feliz. Você é muito linda e eu tento te enviar a minha melhor vibração de axé. Mesmo que a gente se perca, não importa. Que tenha se transformado em passado antes de virar futuro. Mas que seja bom o que vier, para você, para mim." (Caio Fernando Abreu)
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
"Não sei amar a calma
Não sei da paixão suave
Nem do carinho leve
Não sei amar o cotidiano
Não sei da paixão homeopática
Nem do carinho cronometrado
Só sei do momento bárbaro
Que aflora erupção vulcânica
E sublima a mortalidade
Na mas profunda satisfação animal"
(Seu José Jofilsan, minha coisa linda de todos os dias.)
Não sei da paixão suave
Nem do carinho leve
Não sei amar o cotidiano
Não sei da paixão homeopática
Nem do carinho cronometrado
Só sei do momento bárbaro
Que aflora erupção vulcânica
E sublima a mortalidade
Na mas profunda satisfação animal"
(Seu José Jofilsan, minha coisa linda de todos os dias.)
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Levo a liberdade ao meu favor.
Ando cansada do meu mundinho. Daquele mesmo que você conheçeu um dia. eu, as fotografias, os planetas, as cores e o abraço.
-esgotei!
O mundo, meu bem, é de constante mudança, e embora eu não esteja preparada pra tal coisa, preciso encarar que vivo numa bolha de contagios mundias. e isso diz respeito as oscilações que me faz acordar cada dia e saber que vivo, e não apenas sobrevivo.
Embora viver seja respirar a nostalgia das fotografias que nunca consigo jogar fora, deitar e tentar tocar em júpiter e saturno na sua transa perfeita, colorir os sorrisos dos amantes mais secretos e dos amigos mais sinceros e lembrar do abraço que não é abstrato, que não é desconvexo, não é descontinuo nem desconfortável. Ao contrário, o abraço feri a fogo, porque é de alma, é espiritual e carnal. é amigo, e amizade não se muda. eu repito: amizade não se muda!
mudar, mas devagarzinho. mudar com sensatez, porque mudança de amores requer muito choro e vela. e só de lembrar que preciso deixar em outro mundo o eu, as fotografias, os planetas, as cores e o abraço, me faz não querer mudar. mudar pra quê?
Me pergunto, excluvivamente com aquele "eu" que ainda sou: Porque as pessoas estão em constante mudança pra buscar a meta e a metade da sua identidade?
e o mesmo "eu" responde: a identidade é nós, a meta é a busca insaciável pelo vida invisível e a metade é inteira, grandiosa. talvez a metade sejam eles, porém podem também ser elas. não, isso eu não sei responder porque metade pra mim é amor e a outra metade também, isso faz com que eu entenda que amor não se explica, amar é urgente!
Entendi então que daqui a mil segundos me mudo, mas sem nunca deixar minha meta insaciável, identidade do "eu" passado e principalmente as fotografias, os planetas, as cores e o abraço. levo a liberdade ao meu favor!
-esgotei!
O mundo, meu bem, é de constante mudança, e embora eu não esteja preparada pra tal coisa, preciso encarar que vivo numa bolha de contagios mundias. e isso diz respeito as oscilações que me faz acordar cada dia e saber que vivo, e não apenas sobrevivo.
Embora viver seja respirar a nostalgia das fotografias que nunca consigo jogar fora, deitar e tentar tocar em júpiter e saturno na sua transa perfeita, colorir os sorrisos dos amantes mais secretos e dos amigos mais sinceros e lembrar do abraço que não é abstrato, que não é desconvexo, não é descontinuo nem desconfortável. Ao contrário, o abraço feri a fogo, porque é de alma, é espiritual e carnal. é amigo, e amizade não se muda. eu repito: amizade não se muda!
mudar, mas devagarzinho. mudar com sensatez, porque mudança de amores requer muito choro e vela. e só de lembrar que preciso deixar em outro mundo o eu, as fotografias, os planetas, as cores e o abraço, me faz não querer mudar. mudar pra quê?
Me pergunto, excluvivamente com aquele "eu" que ainda sou: Porque as pessoas estão em constante mudança pra buscar a meta e a metade da sua identidade?
e o mesmo "eu" responde: a identidade é nós, a meta é a busca insaciável pelo vida invisível e a metade é inteira, grandiosa. talvez a metade sejam eles, porém podem também ser elas. não, isso eu não sei responder porque metade pra mim é amor e a outra metade também, isso faz com que eu entenda que amor não se explica, amar é urgente!
Entendi então que daqui a mil segundos me mudo, mas sem nunca deixar minha meta insaciável, identidade do "eu" passado e principalmente as fotografias, os planetas, as cores e o abraço. levo a liberdade ao meu favor!
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